Senadora Paloma Valência despencou na reta final e alcançou apenas 6% dos votos para a Presidência. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Mundo Guia de Mundo EUROPA GUERRA NA UCRÂNIA CONFLITO EM GAZA ARGENTINA ELEIÇÕES NOS EUA Home Mundo Por que a direita tradicional naufragou em eleição na Colômbia Senadora Paloma Valência despencou na reta final e alcançou apenas 6% dos votos para a Presidência Paloma Valencia, senadora que disputou a Presidência na Colômbia (Raul Arboleda/AFP). Em abril, havia dúvidas na Colômbia sobre qual candidato de direita iria para o segundo turno contra Iván Cepeda. As pesquisas mostravam o advogado Abelardo de la Espriella e a senadora Paloma Valencia próximos, na faixa de 20% dos votos. No entanto, na reta final, a candidatura de Valencia derreteu, e ela fechou o 1º turno, em 31 de maio, com 6% dos votos. Mesmo antes do resultado, analistas apontavam uma série de erros e fragilidades. O principal deles foi não conseguir se posicionar de forma adequada e tentar agradar vários públicos ao mesmo tempo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.