Especialistas apontam para demanda contínua na área; além da base em infraestrutura, estudantes migram para mercados como imobiliário e financeiro. Primeira da família a cursar o ensino superior, Thaís via na graduação também uma forma de abrir novos caminhos dentro de casa. Antes mesmo de escolher o curso, ela já havia escolhido a Poli-USP, ainda no ensino fundamental. O gosto por exatas também ajudou na decisão. Mas a graduação que ela imaginava não foi a que encontrou. Ingressou em 2020 e, com o início remoto durante a pandemia, se afastou da prática da engenharia e passou a se interessar por áreas que não esperava, como consultoria e finanças. Hoje, trabalha em uma gestora com foco no mercado imobiliário. "Juntou as duas coisas que eu gosto", diz. Ela acompanha obras e analisa a viabilidade de projetos de incorporadoras e construtoras. As áreas da engenharia ligadas a infraestrutura e cidades estão entre as mais tradicionais do campo. De acordo com o censo do Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), entre cerca de 48 mil entrevistados, 39% dos profissionais atuam na construção civil, a área mais frequente entre os registrados. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.