Uma pintura do expressionista abstrato foi vendida por US$ 181,2 milhões, enquanto uma cabeça em bronze do escultor romeno arrecadou US$ 107,6 milhões na Christie’s. NOVA YORK — Recordes de leilão para dois mestres do século 20 foram quebrados na noite de segunda-feira na sala de vendas da Christie’s, no Rockefeller Center. Uma pintura “por gotejamento” turbulenta de 1948, que Jackson Pollock criou lançando, pingando e derramando tinta a óleo e esmalte sobre uma tela estendida no chão do celeiro em Springs, Nova York, foi vendida por US$ 181,2 milhões, já com taxas. Minutos antes, uma escultura em bronze de cabeça, de Constantin Brancusi, por volta de 1913, alcançou US$ 107,6 milhões. As duas vendas fizeram parte de um leilão de US$ 630,8 milhões com 16 obras do espólio do magnata da mídia — e colecionador de arte obsessivo — S.I. Newhouse, que morreu em 2017, aos 89 anos. O leilão do espólio e um segundo pregão, também na noite de segunda, com obras de arte do século 20, somaram US$ 1,1 bilhão, resultado no limite superior da faixa esperada, com muitas peças ultrapassando suas estimativas máximas. Foi o sinal mais recente de que o topo do mercado de arte está voltando à vida após vários anos de retração, impulsionado por tesouros recém-liberados por grandes mecenas cujos espólios chegaram ao mercado, como Newhouse, Robert Mnuchin, Agnes Gund e Henry McNeil Jr. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.