Política fiscal: 'Titanic está indo ao iceberg e não dá para tocar violino', diz ARX
Para Gabriel Barros (ARX) e Bruno Funchal (Bradesco Asset), será preciso cortes drásticos de gastos, uma nova PEC e vontade política para evitar a recessão. A condução da política fiscal está “dando errado” e será preciso “um choque, uma PEC” para reequilibrar as contas públicas, na avaliação de Gabriel Barros, economista-chefe da ARX Investimentos e ex-diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado. Em um painel sobre equilíbrio fiscal e desafios do novo arcabouço, na Expert XP desta sexta-feira (24), Barros avaliou que os erros de condução do governo na política fiscal são visíveis e, se não forem revertidos, levarão o país à recessão. “Vai ter fiscal cliff, é inequívoco”, declarou, referindo-se ao abismo fiscal em que há um rápido aumento de impostos e corte brusco de gastos. “O Titanic está indo em direção ao iceberg e não dá para ficar tocando violino. É insustentável matematicamente, a conta vai checar, como sempre chega”, avaliou. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney