Alvos são dirigentes da Junta Comercial e pessoas envolvidas na disputa pelo controle do Banco Crédito Móvel, em caso revelado pela Folha. Segundo a polícia, as investigações mostraram que a partir de 2024 "um grupo de falsos acionistas teria conseguido restabelecer o registro de um banco que encerrou oficialmente suas atividades em 1964, após processo de liquidação aprovado pelos próprios acionistas". "De acordo com as apurações, a medida teria ocorrido mesmo diante de decisões judiciais e manifestações técnicas contrárias à reativação da instituição. O objetivo do grupo seria reivindicar direitos sobre um crédito bilionário relacionado à desapropriação de uma área de aproximadamente 153 mil metros quadrados, localizada no Recreio dos Bandeirantes", diz a corporação. Os alvos da ação, nomeada como "Operação Lázaro", são responsáveis pela tentativa de reativação do banco e dirigentes da Junta Comercial do Rio de Janeiro, que viabilizou a reativação do Banco Crédito Móvel. Sofreram busca e apreensão: o atual vice-presidente, Affonso D’Anzicourt Silva, o secretário-geral, Gabriel Oliveira de Souza Voi, e o ex-presidente do órgão, Sergio Romay. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.