Polícia Civil indicia Deolane, Marcola e mais quatro sob suspeita de lavagem de dinheiro
OUTRO LADO: defesa da família Camacho disse acompanhar os atos investigativos e adotar medidas jurídicas cabíveis; influneciadora nega envolvimento com o crime organizado. Entre os indiciados estão Deolane, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado pelo Ministério Público e pela Polícia Civil como líder do PCC (Primeiro Comando da Capital), seu irmão, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Júnior (ambos presos), além de Everton de Souza, apontado como operador financeiro da organização, e dois familiares de Marcola, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho e Paloma Sanches Herbas Camacho. Em nota, a defesa de Marcola, Alejandro, Leonardo e Paloma, feita pelo advogado Bruno Ferullo, disse "que segue acompanhando todos os atos investigativos e adotará as medidas jurídicas cabíveis para a garantia dos direitos de seus clientes, ressaltando que o indiciamento constitui ato investigatório e não implica reconhecimento de culpabilidade, em observância ao princípio constitucional da presunção de inocência". Deolane é suspeita de lavar dinheiro da facção criminosa por meio de uma transportadora de fachada, a empresa Lado a Lado. A influenciadora nega qualquer relação com o PCC. A reportagem não conseguiu contato com a defesa dela na tarde desta sexta-feira para comentar o indiciamento. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo