Agências de meteorologia apontam 67% de risco de fenômeno ser forte ou muito forte. Segundo a NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos), um "Super El Niño" tem hoje 37% de possibilidade de acontecer. De todo modo, cientistas avaliam que lugares como o Brasil precisam se preparar. As alterações provocadas pelo fenômeno podem gerar temporadas mais secas no Norte e no Nordeste, ondas de calor no Sudeste e no Centro-Oeste e chuvas mais intensas no Sul. O Café da Manhã desta terça-feira (26) explica o que os pesquisadores já sabem sobre o El Niño deste ano e os impactos que ele pode ter. A diretora do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), Regina Alvalá, conta quais políticas de prevenção são importantes e analisa se o Brasil tem caminhado nessa direção. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.