Banco de Edir Macedo foi alvo da PF nesta terça sob suspeita de fraudes. As investigações descrevem a suspeita de um esquema de fraude que se assemelha ao do banco Master, com a venda de CDBs com a promessa de retorno acima da média, o superfaturamento de ativos, uma ciranda de fundos de investimento e a tentativa de venda para outra instituição. Os envolvidos teriam manipulado demonstrativos para ocultar a situação financeira delicada da instituição —que na segunda (22) teve a avaliação retirada pela agência de risco Fitch—, para enganar os órgãos de controle e viabilizar operações irregulares. O banco disse que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos, falou em compromisso com a transparência e em conformidade regulatória. O Café da Manhã desta quarta (24) explica o que pesa contra o Digimais e o que a PF já sabe sobre fraudes no banco. A editora de economia da Folha, Carolina Mandl, conta o perfil da instituição e discute o que as semelhanças com o caso Master sugerem sobre o sistema bancário. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.