Continente vive com temperaturas altas desde meados de junho e contabiliza milhares de mortes. A sociedade civil aumentou a pressão sobre governos para que as adaptações à crise climática sejam aceleradas. Um estudo do Imperial College de Londres indicou que essa onda é a mais severa de todos os tempos —e mostrou que um evento assim seria impossível há 50 anos. Cientistas dizem que não é possível atribuir a situação apenas ao El Niño. Entre os temas que ocupam debates na Europa sobre soluções está a instalação de ar-condicionado, principalmente em lugares como hospitais, escolas e lares de idosos —no continente, apenas 20% dos imóveis são climatizados para o calor extremo. O impacto ambiental da medida divide a política. O Café da Manhã desta segunda-feira (6) fala da onda de calor na Europa e das causas e consequências dela. De Berlim, o correspondente da Folha José Henrique Mariante conta quais têm sido os efeitos das altíssimas temperaturas no dia a dia e discute o preparo e a resposta de cidades e países para lidar com extremos climáticos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.