PMs vão a júri popular sob acusação de tentar matar motoboy durante Operação Escudo em SP
OUTRO LADO: defesa de policiais afirma que eles agiram em legítima defesa ao repelirem injusta agressão. Promotores do Ministério Público haviam oferecido denúncia contra os PMs Daniel Pereira Noda, Carlos Vinicius Batista Bruno e Thiago Freitas da Silva pelos ferimentos causados em Evandro Alves da Silva. A acusação afirma que o motoboy estava desarmado quando os três PMs atiraram contra ele. Imagens das câmeras corporais mostraram que eles tomam a iniciativa no ataque, e que há indícios de que a arma foi colocada na cena pelos próprios policiais. "Versão apresentada pelos oficiais trazia que a vítima se encontrava armada dentro do imóvel, o que foi desmentido pela análise das câmeras operacionais portáteis que usavam", disse a Promotoria, em nota. "Com ela, ficou provado que o homem não possuía nenhuma arma de fogo no momento da chegada dos policiais.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo