Plástico “vivo” usa bactérias para se autodestruir sob comando
Cientistas criaram um plástico com bactérias incorporadas que ativa sua própria decomposição em poucos dias, sem gerar microplásticos. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Plástico “vivo” usa bactérias para se autodestruir sob comando Cientistas criaram um plástico com bactérias incorporadas que ativa sua própria decomposição em poucos dias, sem gerar microplásticos Matheus Labourdette 22/05/2026 06:00 Pesquisadores desenvolveram um plástico vivo com bactérias geneticamente modificadas capazes de iniciar a degradação do material sob comando. (Imagem: Maksim Safaniuk/Shutterstock) - Pesquisadores desenvolveram um plástico vivo com bactérias geneticamente modificadas capazes de iniciar a degradação do material sob comando. (Imagem: Maksim Safaniuk/Shutterstock) Compartilhe: Pesquisadores da Universidade de Hong Kong desenvolveram um plástico “vivo” capaz de se decompor sob comando, usando bactérias incorporadas diretamente no material. A tecnologia utiliza microrganismos geneticamente modificados que permanecem adormecidos até serem ativados por uma solução nutritiva aquecida. Depois disso, o plástico começa a ser destruído de dentro para fora, sem gerar microplásticos residuais. O estudo tenta enfrentar um dos maiores problemas ambientais ligados aos plásticos modernos. Muitos desses materiais são utilizados apenas uma vez, mas podem permanecer no ambiente por centenas de anos. Segundo os pesquisadores, a proposta é incorporar o processo de degradação ao próprio ciclo de vida do material, tornando o descarte mais controlado e sustentável, segundo informações do portal New Atlas. A equipe utilizou a bactéria Bacillus subtilis para criar o material. Os cientistas modificaram geneticamente os esporos do microrganismo para que produzissem enzimas capazes de degradar polímeros plásticos. Esses esporos foram inseridos diretamente na estrutura do plástico, transformando o material em um sistema biologicamente ativo. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital