Após criticar, partido de Flávio Bolsonaro pedirá votação nominal em plenário para escala 4x3 e que redução da jornada de trabalho para 40 horas seja imediata. A votação será nominal. Como se trata de uma PEC, a base aliada do governo, com os partidos de esquerda e do centrão, terá que dar 308 votos a favor da transição –medida que era criticada por Lula e pela maioria do PT até semana passada. Se não houver votos suficientes, a transição cairá e a redução da jornada será imediata após a promulgação. O parecer do deputado Leo Prates ( Republicanos -BA), fruto de um acordo entre Lula e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), estabelece uma transição até 2027. Até então, o petista defendia publicamente a redução imediata da jornada, enquanto os deputados queriam um período de implantação mais longo. O parecer determina que a redução da jornada de trabalho de 44 para 42 horas semanais e as duas folgas semanais remuneradas, uma preferencialmente aos domingos, passarão a valer 60 dias após a promulgação da PEC. Doze meses depois dessa primeira redução, haverá novo corte, para 40 horas semanais. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.