'Pix do crédito empresarial': duplicata escritural pode destravar R$ 11 trilhões
Nesta terça-feira o Banco Central lança oficialmente novo ecossistema digital que garante abertura da primeira fase. Assim como o Pix revolucionou a forma como os brasileiros pagam suas contas, agora as empresas estão prestes a viver uma mudança radical na hora de conseguir crédito. Nesta terça-feira (30), o Banco Central lança oficialmente o ecossistema da duplicata escritural, que pode destravar algo em torno de R$ 11 trilhões em recursos para as empresas. A primeira fase de produção assistida do novo sistema começa agora em julho e vai alterar profundamente a forma como elas obtêm capital de giro, negociam recebíveis e acessam financiamento. A mudança não é trivial. Hoje, estima-se que o mercado brasileiro gere entre R$ 10 trilhões e R$ 13 trilhões anuais em duplicatas, mas apenas uma pequena parcela desse volume, entre 10% e 15%, é efetivamente utilizada como garantia para operações de crédito. A expectativa do mercado financeiro é que a digitalização integral desses títulos transforme esses recebíveis em ativos mais seguros, transparentes e negociáveis, ampliando a oferta de crédito e reduzindo custos para empresas de diferentes portes. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney