Pirâmide de Gizé resiste a terremotos há mais de 4 mil anos; entenda como
Estudo sugere que ausência de ressonância com o solo e base calcária sólida ajudam a explicar a durabilidade da construção. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Arqueologia Ciência e Espaço Pirâmide de Gizé resiste a terremotos há mais de 4 mil anos; entenda como Estudo sugere que ausência de ressonância com o solo e base calcária sólida ajudam a explicar a durabilidade da construção Wagner Edwards, editado por Lucas Soares 26/05/2026 15:06, atualizada em 26/05/2026 15:58 Pirâmides de Gizé no Egito - Imagem: EaglePOV/Shutterstock Compartilhe: Um estudo conduzido pelo Instituto Nacional de Pesquisa em Astronomia e Geofísica do Egito analisou a resistência da Grande Pirâmide de Gizé (ou de Quéops) a terremotos ao longo de cerca de 4,6 mil anos. A pesquisa, divulgada recentemente na revista Scientific Reports, busca entender por que a estrutura suportou tremores registrados em diferentes períodos históricos sem sofrer danos relevantes. Segundo o pesquisador Mohamed ElGabry, responsável pelo trabalho e ouvido pela agência EFE, o desempenho do monumento está ligado ao conhecimento prático acumulado por antigos construtores egípcios. Ele afirma que as técnicas foram desenvolvidas de forma empírica, sem base na sismologia moderna, com foco na estabilidade e durabilidade. As análises indicam que fatores como geometria, fundação rochosa e comportamento vibracional uniforme ajudam a explicar a resistência da pirâmide, que permanece em bom estado estrutural mesmo após milênios. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital