Tratamento experimental atrasa sintomas dolorosos e ganha revisão acelerada de agência dos EUA. O remédio experimental daraxonrasib, da Revolution Medicines, para câncer de pâncreas atrasou por meses a piora dos sintomas dolorosos e praticamente dobrou o tempo de vida dos pacientes. Os dados vêm de uma análise detalhada de um estudo que coloca a droga na frente dentro de uma nova e poderosa classe de medicamentos contra o câncer. O benefício apareceu em diferentes grupos de pacientes, com mutações genéticas variadas por trás do crescimento dos tumores, segundo oncologistas que apresentaram os resultados completos pela primeira vez neste domingo (31), no congresso da American Society of Clinical Oncology (ASCO), em Chicago. A RevMed já tinha informado que o remédio elevou a sobrevida média para 13,2 meses no estudo de fase final. O daraxonrasib vem alimentando a esperança de pacientes e chamando atenção da indústria farmacêutica. É um dos primeiros medicamentos a mirar de forma ampla e eficaz a proteína RAS, ligada ao crescimento de tumores e alterada na maior parte dos casos de câncer de pâncreas. Pesquisadores tentaram por anos criar drogas que funcionassem contra todas as formas dessa proteína, até que a Revolution adotou uma estratégia de “cola molecular”, que basicamente sufoca a proteína defeituosa. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.