Serviço é facultativo e poderá ser recusado pelos presidenciáveis. A corporação montou uma operação nacional para garantir a proteção dos candidatos ao longo das eleições, com equipes especializadas em inteligência, logística e proteção pessoal, além do apoio das superintendências da PF em todos os estados. A adesão do presidenciável ao serviço é facultativa e poderá ser feita a qualquer momento durante o período eleitoral. A operação poderá ser ativada a partir de 20 de julho, após a homologação das candidaturas pelas convenções partidárias e a solicitação formal das campanhas. Caso o presidente Lula (PT) seja candidato à reeleição, sua proteção permanecerá sob o modelo híbrido atualmente adotado, com atuação conjunta do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e da Polícia Federal. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.