Suspeitos faziam subtração eletrônica dos valores e tinham acesso a dados sigilosos, afirmam investigadores; banco não se pronunciou. Segundo a investigação, os suspeitos usavam advogados e servidores públicos para obstruir investigações e ter acesso a dados sigilosos. A PF afirmou que o grupo "promovia subtração eletrônica de valores da Caixa", sem detalhar como funcionava o esquema. A reportagem procurou a Caixa por email para saber se a instituição tomou conhecimento dos desvios e se apura possível participação de servidores, mas ainda não houve resposta. A PF foi procurada com pedido de entrevista, mas não respondeu. O órgão não informou nomes dos alvos e, por isso, a reportagem não localizou as defesas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.