PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha
Permissão para ex-deputado indicar repasses intensifica. A apuração baseou a ordem de Dino para bloquear R$ 6,1 milhões de Cunha pela suposta ingerência ilegal no direcionamento das verbas. Os documentos da PF reproduzidos na decisão do ministro do STF não citam o nome do deputado Hugo Motta ( Republicanos -PB), mas os diálogos entre Cunha e Mariângela e a liberação das verbas ocorreram em 2025, quando ele comandava a Câmara. "Tudo indica que Tuca [apelido de Mariângela] contava com pleno aval da presidência da Casa para promover os desvios de emendas em favor de Eduardo Cunha, intensificando um altíssimo grau de promiscuidade na deliberação do chamado orçamento secreto", afirma a PF. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo