Petróleo deve cair, mas guerra deixou um novo piso para os preços, diz Goldman
Banco avalia que Brent deve encontrar suporte entre US$ 70 e US$ 75, mas alerta que Estreito de Ormuz seguirá ditando o rumo dos preços. O acordo provisório entre Estados Unidos e Irã reduziu a pressão imediata sobre o mercado de petróleo, mas não eliminou os riscos que sustentam os preços em patamares elevados. A avaliação é do Goldman Sachs, que vê espaço para uma acomodação gradual das cotações após a reabertura parcial do Estreito de Ormuz e a extensão do cessar-fogo entre os dois países. Na sexta-feira (19), o petróleo Brent encerrou o dia próximo de US$ 80 por barril, enquanto o WTI ficou ao redor de US$ 76,50. Os níveis representam uma forte correção em relação aos picos observados durante a escalada militar no Oriente Médio, mas permanecem acima dos preços registrados antes do conflito. Segundo Jerome Dortmans, co-head global de negociação de petróleo e derivativos do Goldman Sachs, o mercado já incorporou grande parte do alívio proporcionado pelo acordo diplomático. A partir daqui, a tendência seria de uma acomodação mais lenta, influenciada pela recomposição dos estoques globais e pelo ritmo de normalização da oferta. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney