Obra do inglês Mark Andrews reúne dezenas de entrevistas. Acabou produzindo uma pesquisa de cinco anos, baseada em dezenas de entrevistas, que deu origem ao livro "Pinte Meu Nome em Preto e Dourado – A Ascensão do The Sisters of Mercy", lançado agora no Brasil pela Belas Letras. O jornalista conheceu o grupo em 1984. O Sisters foi a primeira banda que viu ao vivo e também a primeira pela qual desenvolveu uma obsessão típica de colecionador. Guardava bootlegs, pôsteres, camisetas, gravações em VHS feitas da televisão e recortes de jornais. Com o tempo, porém, afastou-se da banda depois de assistir a dois shows em Bruxelas que o decepcionaram. "O livro reacendeu completamente meu entusiasmo", conta o jornalista. "Nos últimos anos voltei a vê-los inúmeras vezes e considero a formação atual tão interessante quanto qualquer uma das chamadas formações clássicas. Para citar 'O Poderoso Chefão 3': 'Achei que estava fora, mas eles me puxaram de volta'.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.