Keiko tenta ser presidente pela 4ª vez com o legado do pai; Roberto Sánchez aposta nos símbolos do padrinho. Poderia ser o segundo turno das eleições que levaram Pedro Castillo ao poder, em 2021, mas a descrição acima se refere à votação deste domingo (7) no Peru, país que se acostumou a viver os mesmos impasses nos últimos anos. O deste fim de semana opõe a filha de Alberto Fujimori, ditador que governou a nação de 1990 a 2000, e Roberto Sánchez, herdeiro do sindicalista que se manteve no poder da metade de 2021 até o fim de 2022, quando tentou dar um autogolpe pelo qual está atualmente preso. Ao que pesquisas de intenção de voto indicam, nenhum dos dois conquistou uma maioria confortável dos eleitores. Segundo o último levantamento do Ipsos, feito nos dias 29 e 30 de maio, Keiko aparece com uma ligeira vantagem numérica em relação a Sánchez: 40,4% a 38,3%, um empate dentro da margem de erro de 2,8 pontos percentuais. O destaque, porém, vai para os brancos e nulos, que somam 21,3% no levantamento divulgado no último domingo (31). O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.