Empreendedores se associam a grandes redes de comércio eletrônico como pontos de coleta e distribuição de pacotes. As compras on-line não só caíram de vez no gosto dos brasileiros, como também vêm criando oportunidades de renda para além das telas, na cadeia logística de entregas. Com a agilidade cada vez mais decisiva na concorrência entre as plataformas de comércio eletrônico, parceiros no meio do caminho estão se tornando mais valiosos. Segundo a Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom), o setor faturou R$ 235,5 bilhões no Brasil no ano passado, alta de 15,3% em relação a 2024, e a expectativa é de que alcance R$ 259 bilhões neste ano. Nesse cenário de expansão, grandes marketplaces têm recrutado pequenos negócios — como chaveiros, distribuidores de bebidas ou papelarias — nas cidades para também atuarem como pontos de retirada de produtos por consumidores ou como parceiros na realização das entregas finais. Para os empreendedores, é uma nova fonte de receita. O ganho para as redes é tornar sua logística mais eficiente, com intermediários que conhecem melhor suas localidades. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.