Cientistas observaram, em tempo real, o assoalho oceânico se separar e liberar lava numa cordilheira entre placas tectônicas. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Pela primeira vez, pesquisadores flagram fundo do mar se abrindo Cientistas observaram, em tempo real, o assoalho oceânico se separar e liberar lava numa cordilheira entre placas tectônicas Pedro Spadoni 10/07/2026 13:40 Prefira o OD no Google Imagem ilustrativa - Imagem: VicPhotoria/Shutterstock Compartilhe: Prefira o OD no Google Cientistas observaram diretamente, pela primeira vez e em tempo real, o assoalho oceânico se separar e liberar lava numa cordilheira entre placas tectônicas no Oceano Índico. O estudo, publicado na revista Nature nesta semana, descreve um evento geofísico ocorrido em abril de 2024 ao longo da Cordilheira Sudeste-Indiana, onde as placas Antártica e Australiana se divergiram. Isso afastou a crosta oceânica por pelo menos dois metros em poucos dias. O fenômeno expeliu cerca de 160 milhões de metros cúbicos de lava no fundo do mar e fez com que trechos do leito marinho afundassem até 4,2 metros devido ao esvaziamento do reservatório de magma. O mapeamento foi possível graças a um observatório subaquático instalado apenas dois meses antes da atividade sísmica. Por meio dele, os pesquisadores registraram um movimento que aliviou entre três e seis décadas de estresse tectônico acumulado na região. A magnitude do evento foi “uma grande surpresa”, disse o coautor do estudo Jean-Yves Royer, geofísico marinho do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) da França, em Brest, segundo comunicado publicado pela Nature. “Esperávamos apenas alguns centímetros de deslocamento vertical. Mas, em vez disso, medimos 4,2 metros.”. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.