'Pé' de pepino-do-mar sobrevive separado do corpo por anos - 08/06/2026 - Ciência
Espécie de águas frias do Atlântico e Ártico é primeiro animal com tecidos que têm essa capacidade. A equipe de pesquisadores, liderada por Sara Jobson, da Universidade Memorial (província de Terra Nova e Labrador, no Canadá ), detectou o fenômeno ao estudar os chamados pés ambulacrários, pequenas estruturas tubulares usadas na locomoção do pepino-do-mar Psolus fabricii, nativo de águas frias dos oceanos Atlântico e Ártico. O que eles descobriram é que, quando são cortados, os pés ambulacrários permanecem biologicamente íntegros por pelo menos três anos, sem nenhuma necessidade especial, como higienização ou o cultivo num meio de cultura, por exemplo. Basta que continuem mergulhados em água do mar. Em outras palavras, os tecidos que formam as estruturas parecem ser funcionalmente "imortais". E o mesmo se verificou quando os pesquisadores amputaram outras partes da anatomia desses invertebrados. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo