Especialistas dizem que risco para o cenário benigno é se o choque de petróleo se mostrar mais persistente do que o esperado, com transbordamentos de custos de energia mais altos. Consumidora em supermercado em Los Angeles, EUA (Foto: REUTERS/Lucy Nicholson) Publicidade. Embora os dados de inflação nos Estados Unidos e de seu núcleo ainda estejam distantes da meta buscada pelo Federal Reserve, de 2% ao ano, a divulgação do PCE de abril começou a dar sinais de perda de força, segundo a análise de economistas e de bancos de investimento. A leitura cheia do índice de inflação do consumo, o preferido pelo Fed para definir a taxa de juros, ficou em 0,40%, enquanto o núcleo da variação de preços foi de 0,2%. O Morgan Stanley destaca que as revisões de alta para os meses anteriores e a leitura de abril apontam que inflação do núcleo do PCE está rodando a uma taxa anualizada em 3 meses de 3,78% (ante 4,56% em março), a uma taxa em 6 meses de 3,79% (ante 3,76% um mês antes), e a uma taxa em 12 meses de 3,29% em abril (ante os 3,24% em março). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.