Juliano Atoji afirma que facção recorre a parcerias para maximizar lucros no tráfico internacional da cocaína. Ele estima que ao menos dois terços do faturamento do grupo sejam provenientes das exportações da pasta-base da droga a destinos europeus, principalmente. É uma cifra bilionária, segundo ele, e que demanda cada vez mais mecanismos de lavagem de dinheiro para que os recursos sejam usufruídos por seus integrantes. Fintechs, bets ilegais e criptomoeda são um prato cheio para isso por estarem em uma zona cinzenta, como classifica o promotor. Embora episódios como os ataques de 2006, que chegam a 20 anos neste mês, não estejam mais na cartilha corrente da facção, isso não significa que a violência ficou para trás. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.