Acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra domina bastidores da abertura da 52ª cúpula do grupo. O entendimento, fechado após meses de negociações mediadas pelo Paquistão, prevê um cessar-fogo de 60 dias, a reabertura do estreito de Hormuz —bloqueado há mais de cem dias— e o início de conversas sobre o programa nuclear iraniano. A assinatura formal está marcada para sexta-feira (19), em Genebra. Ainda no início da manhã desta segunda, os líderes de França, Reino Unido, Alemanha, Japão e Itália divulgaram declaração conjunta saudando o memorando de entendimento. O texto pede a reabertura imediata e incondicional de Hormuz, afirma que o Irã "nunca deverá se dotar de arma nuclear" e sinaliza disposição para levantar sanções "em resposta a medidas claras e verificáveis" de Teerã sobre seu programa atômico. Os cinco países também se comprometeram a apoiar uma missão defensiva de remoção de minas no estreito e reafirmaram o apoio à soberania do Líbano e a um cessar-fogo "robusto" no país. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.