Patrocinadores saem, e Parada LGBT+ busca verba de parlamentares para compensar
Evento arrecadou R$ 5 milhões em 2022 e 2023, mas estimativa para 2026 é de apenas R$ 2 milhões, afirma presidente. Nos últimos cinco anos, saíram da lista de patrocinadores marcas como Burger King, Jean Paul Gaultier, Mercado Livre, Sephora, Smirnoff, Terra e Vivo. Diante da saída de empresas interessadas em associar suas marcas ao evento, a organização tem procurado parlamentares do campo progressista para diminuir sua dependência de patrocinadores para as próximas edições. Nelson Matias Pereira, presidente da APOLGBT-SP (Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo), disse à Folha que já tem batido à porta de deputados para obter verba para o evento do ano que vem. "A gente fez um caminho que foi, pela primeira vez, trabalhar com um hub de emendas. A gente entende que as emendas estão lá e são públicas. Desde que eu faça tudo corretamente, com um plano de trabalho e prestação de contas, elas podem ser usadas", afirma Pereira. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo