Líderes de marketing da Ambev, Chevrolet, Flutter, iFood, Itaú, Visa e Volkswagen analisam a estratégia de suas marcas frente à fragmentação de audiência e aos novos desafios de. Mercados Tecnologia Empresas ESG Entrar Marketing Para os CMOs, o legado pós-Copa desenha um cenário de patrocínio complexo e pulverizado Líderes de marketing da Ambev, Chevrolet, Flutter, iFood, Itaú, Visa e Volkswagen analisam a estratégia de suas marcas frente à fragmentação de audiência e aos novos desafios de ativação. NOVA JERSEY — Assim que a taça da Copa do Mundo de 2026 for erguida neste domingo, 19, os executivos de marketing das marcas associadas iniciam uma corrida contra o tempo para extrair o valor máximo desse período de alta visibilidade. Esta edição, que projeta receitas totais superiores a US$ 10,9 bilhões para a FIFA, aumento de 56% em relação ao ciclo de 2022, provou ser a mais lucrativa da história, com investimentos em patrocínios superando a marca de US$ 2,8 bilhões. Gigantes como Adidas, Coca-Cola, Visa, Hyundai e Aramco pagam mais de US$ 100 milhões cada por temporada. Sejam apoiadores da FIFA, da Seleção Brasileira ou das transmissões, o desafio é único: como converter bilhões de visualizações em resultados sustentáveis em meio a uma disputa ferrenha por atenção. A Copa na América do Norte apresentou particularidades que servirão para calibrar estratégias futuras. A logística foi um ponto central. Carla Mita, CMO da Visa Brasil, patrocinadora da FIFA desde 2007, explica que o fato de o torneio ocorrer simultaneamente no Canadá, Estados Unidos e no México alterou a dinâmica de ativações físicas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.