Rotina de um correspondente de guerra é menos caótica do que costuma aparecer no imaginário popular. Trabalhar cobrindo conflitos internacionais envolve muito mais planejamento, burocracia e preparo do que costumam mostrar os filmes. Ele conta que a maior parte do trabalho é enfrentar burocracias para conseguir autorizações e organizar a logística até o front. Formado em Jornalismo pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina ), Yan ganhou experiência como repórter em jornais brasileiros. "Cometi muitos erros nos meus primeiros trabalhos. O mais marcante foi tentar entrar no Iraque com visto de turista, em 2002", diz. Hoje, aos 52 anos, o carioca vive em São Paulo e já cobriu mais de 15 conflitos, entre guerras no Oriente Médio, a invasão russa da Ucrânia e guerras civis na África. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.