Empresa monetiza torneio com uso dos cartões e venda de serviços de marketing a bancos e fintechs. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Invest BTG Insights Guia de Investimentos Invest Opina Invest Pro Mercados Minhas Finanças Onde Investir Home Invest Mercados Para a Visa, a Copa do Mundo não é apenas vitrine de marca. Virou um produto Empresa monetiza torneio com uso dos cartões e venda de serviços de marketing a bancos e fintechs Patrocínio: para a Visa, estar no estádio é só o começo do negócio (FIFA/ Divulgação). NOVA YORK - Patrocinadora da FIFA há 19 anos, a Visa passou por uma transformação profunda na forma como enxerga esse relacionamento. Por muito tempo, o sucesso de um patrocínio era medido em logos visíveis nas placas de publicidade ao redor do gramado e em camarotes cheios de convidados. Hoje, a régua é outra — e a Copa do Mundo de 2026, a maior da história em número de seleções, cidades e países-sede, é o grande teste da evolução dessa estratégia. "Esta será a maior concentração de experiências de pagamento em torno de um evento esportivo que já vimos na história", disse Frank Cooper III, CMO global da Visa. "Para nós, patrocínio é sobre três coisas: construir equity de marca, gerar receita de consumidor e gerar receita de clientes.". O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.