Empresário está preso desde 16 de maio e se queixa a ministro do STF por não ser ouvido no processo. O documento de oito páginas obtido pela Folha foi elaborado, segundo Henrique, no último dia 19 e com ajuda da filha Natália. Segundo pessoas próximas a família, o texto foi escrito porque o pai do ex-banqueiro reclama de não ter sido ouvido no processo. Na carta, ele nega ilegalidades. Admite que conhecia Luiz Phillipi Mourão, apelidado de Sicário, mas rejeita qualquer tipo de operação irregular com ele. Também afirma ter passado mal na cela no último dia 13, ocasião em que teria ficado com o corpo "todo anestesiado", "braços completamente dormentes" e "uma dor de cabeça enorme". "Fiquei apavorado, mas com a graça de Deus, orei e depois de um tempo, passou. Na cadeia não tenho a menor estrutura, se tiver que sair às pressas, tem só uma UPA por perto que não conseguiria me salvar se tivesse um pico de pressão para baixo ou para cima, poderia ser fatal", disse. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.