Padronização dos registros de imóveis vai deixar registro de financiamento mais ágil
A modernização dos registros é vista como a peça que faltava para completar a digitalização da jornada imobiliária. A transformação digital do mercado imobiliário está avançando para uma de suas etapas mais burocráticas: o registro de imóveis. Com a padronização nacional dos registros eletrônicos, a expectativa é acelerar financiamentos, reduzir retrabalho e facilitar a troca de informações entre cartórios, bancos e incorporadoras. Embora a digitalização dos registros públicos tenha sido prevista pela Lei nº 14.382, de 2022, o tema voltou ao centro das discussões do mercado imobiliário neste ano após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) regulamentar, por meio do provimento 228 de 2026, de junho, um modelo nacional padronizado para o envio eletrônico de informações aos cartórios de registro de imóveis, que se apresenta como uma nova infraestrutura de dados para o mercado imobiliário brasileiro. O objetivo é fazer com que bancos, cartórios, incorporadoras e órgãos públicos passem a conversar na mesma linguagem. “A ideia é transformar a matrícula, que hoje ainda é analógica, em dados”, afirma Juan Pablo Correa Gossweiler, diretor-presidente do Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney