Estudo revela que mercado imobiliário brasileiro em 2026 depende, mais do que nunca, de escolha estratégica de praça, produto, ticket e timing de lançamentos. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Mercado Imobiliário Home Mercado Imobiliário 'Otimismo seletivo': por que errar ficou muito caro para as incorporadoras Estudo revela que mercado imobiliário brasileiro em 2026 depende, mais do que nunca, de escolha estratégica de praça, produto, ticket e timing de lançamentos INCC aponta alta de cerca de 9% nos custos de mão de obra, consolidando-se como principal vetor de pressão no período (Eduardo Frazão/Exame). O mercado imobiliário brasileiro entra em 2026 em um período de retomada cautelosa, caracterizado pelo que o Radar da Construção – Panorama Estratégico do Mercado Imobiliário e da Construção, elaborado pelo Ecossistema Sienge, CV CRM, Grupo OLX e Nomad, chama de "otimismo seletivo". "É o otimismo de quem sabe ler dado e tomar decisão com mais assertividade", resume Gabriela Torres, gerente executiva de dados e inteligência do Ecossistema Sienge. A primeira metade do ano não representou um ciclo de expansão automática, mas sim uma fase em que a busca por eficiência operacional e de capital se torna essencial. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.