Ossos de Homo sapiens de 100 mil anos achados na Etiópia revelam pistas inéditas sobre os hábitos de vida dos primeiros humanos. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Arqueologia Ciência e Espaço Ossos carbonizados de 100 mil anos sugerem cremação humana mais antiga da história Ossos de Homo sapiens de 100 mil anos achados na Etiópia revelam pistas inéditas sobre os hábitos de vida dos primeiros humanos Flavia Correia 25/05/2026 18:10 Representação visual do que seria um possível ritual de cremação na pré-história. - Crédito: Imagem gerada por IA/Gemini Compartilhe: Um artigo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences relata a descoberta da possível evidência mais antiga de cremação humana já encontrada. A equipe analisou ossos de Homo sapiens com cerca de 100 mil anos, descobertos em um sítio arqueológico da Etiópia. O achado ajuda a entender como os primeiros humanos viviam, circulavam pela região e lidavam com o ambiente ao redor. As pesquisas foram realizadas em Middle Awash, área localizada na região da Fenda de Afar, no nordeste do país africano. O local é estudado desde os anos 1980 por equipes internacionais devido à grande quantidade de fósseis preservados. A região é considerada uma das mais importantes do mundo para investigações sobre a evolução humana. De acordo com os pesquisadores, o sítio arqueológico reúne mais de um quilômetro de sedimentos acumulados ao longo de milhões de anos. Essas camadas funcionam como um registro natural da vida na região, abrangendo períodos que vão do Mioceno (entre 23 milhões e 5,3 milhões de anos atrás) até o Holoceno (de 11,7 mil anos atrás até os dias atuais). Isso permite acompanhar mudanças ambientais e a presença de diferentes espécies ao longo do tempo. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.