O avanço de políticas contra a imigração reacendeu o debate sobre identidade. A dúvida é se mudará a geografia do futebol nos próximos anos. Mercados Tecnologia Empresas ESG Entrar Copa do Mundo Os timaços de França e Marrocos trazem a geopolítica para dentro do campo na Copa O avanço de políticas contra a imigração reacendeu o debate sobre identidade. A dúvida é se mudará a geografia do futebol nos próximos anos. Ainda faltam quase três semanas para a final da Copa e muita coisa pode acontecer. O Brasil pode ser campeão com passe de Raphinha e gol de Neymar. Por que não? Mas a França desponta como favorita ao título e assusta adversários pelo que vem jogando. A trajetória do time, finalista nos últimos dois mundiais, levanta um amplo debate sobre geopolítica. A essa altura, até os tetos retráteis dos magníficos estádios americanos já sabem que a seleção francesa é um retrato da diversidade do país. Kylian Mbappé é filho de pai camaronês e mãe francesa de origem argelina. Michael Olise nasceu na Inglaterra, é filho de pai nigeriano e mãe franco-argelina e poderia defender quatro seleções antes de optar pela França. Ousmane Dembélé tem pai malinês e mãe de origem mauritano-senegalesa. A lista é longa. Não se trata de uma novidade desta geração. Em 1998, o símbolo da conquista francesa foi Zinedine Zidane, filho de imigrantes argelinos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.