Pesquisadores desvendam inscrição no Theatro Municipal, um mistério que já durava mais em século. Outros textos na cidade, escritos em línguas pouco conhecidas, aguçam a. O espaço urbano se comunica de muitas formas. O traçado das ruas, a disposição das praças, as placas de sinalização e até as tampas dos bueiros: em tudo há uma mensagem. O problema é que nem sempre a gente entende o que ela quer dizer. Quando o recado chega por escrito e em uma língua que (quase) ninguém conhece, aí mesmo que tudo vira ruído. Antigas inscrições em prédios e monumentos são imbatíveis na arte de aguçar a curiosidade de quem passa, lê e nada compreende. No Rio, um desses textos ficou órfão de sentido por mais de um século. Gravada no Salão Assyrio do Theatro Municipal em 1909, uma frase em persa antigo só teve seu significado revelado este ano graças ao interesse de dois pesquisadores. A história começa quando Alex Mazzanti Junior leva a mãe para uma visita guiada ao Municipal. Ao se deparar com o texto, o olhar treinado do professor de Língua e Literatura Latina da UFRJ reconheceu na inscrição o sistema cuneiforme de escrita e intuiu que poderia ser o persa antigo. Perguntou à guia se havia, no acervo do teatro, registro do significado. Não havia. O passo seguinte foi levar o “enigma” para seu colega Matheus Treuk, professor de Arqueologia da Antiguidade da Uerj. Samuel Samson diz defender o “desenvolvimento de políticas para preservar a herança civilizacional ocidental da América (..) e promover a agenda ‘América em Primeiro Lugar'”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.