Ortobom é condenada a pagar R$ 300 mil por manter 24 homens e nenhuma mulher em cargos
O TST rejeitou, por unanimidade, o recurso da Ortobom e manteve a indenização de R$ 300 mil por discriminação contra mulheres na promoção para cargos de chefia. O TST rejeitou, por unanimidade, o recurso da Ortobom e manteve a indenização de R$ 300 mil por discriminação contra mulheres na promoção para cargos de chefia. A 3ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) manteve a condenação da Ortobom ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos após concluir que a empresa não apresentou justificativa objetiva para o fato de todos os 24 cargos de chefia de sua unidade em Arapongas (para) serem ocupados por homens. O julgamento do recurso foi finalizado em 10 de junho, e os ministros decidiram, por unanimidade, rejeitar o pedido da fabricante de colchões. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: ND Mais