IFIX recuou 1,33% em maio com abertura dos juros longos e ruídos eleitorais no radar. Ativos mencionados na matéria Caxias Park, galpão logístico localizado no município de Duque de Caxias, o principal cluster logístico do estado do Rio de Janeiro, na carteira do VILG11 (Foto: Divulgação/Vinci) Publicidade. Os fundos imobiliários tiveram um maio difícil. O IFIX recuou 1,33% no mês, pressionado pela abertura da curva de juros longos e pelo início dos ruídos do calendário eleitoral de 2026. No exterior, o conflito no Estreito de Ormuz manteve o petróleo em patamares elevados e reforçou as expectativas inflacionárias. Enquanto isso, o mercado passou a ficar mais pessimista com relação a novos cortes da Selic, atualmente em 14,50%. Os fundos de recebíveis se mostraram os mais resistentes, com variação próxima de zero no mês, enquanto os galpões logísticos recuaram apenas 0,9%. Shoppings e escritórios sentiram mais a pressão dos juros longos, com quedas de 2,6% e 3,4%, respectivamente. Para o BB Investimentos, os fundos de crédito bem diversificados e de menor risco seguem bem posicionados no curto prazo, beneficiados pelo carrego elevado. Entre os fundos de tijolo, a preferência recai sobre portfólios com ativos de qualidade e contratos de longo prazo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.