Opinião - Yu Peng: Encontro de China e EUA é histórico e promove construção
Trump e Xi procuraram ativamente o caminho correto para a convivência pacífica entre duas grandes potências. Assine Fechar sidebar menu Minha Folha Newsletters Minha assinatura Forma de Pagamento Editar senha e conta Atendimento Sair United States of America flag English edition Edición en español Edição Folha Últimas Textos da edição folha Casafolha Clube Gourmet Clube Folha Bem-estar Educação Gastronomia Lazer e Cultura Turismo Folha Jogos Séries Folha Todas opinião Editoriais Charges Tendências/Debates colunas mais populares Mais lidas Mais comentadas acervo folha fotografia política Lula eleições 2026 painel Entrevista da 2ª brasília hoje economia imposto de renda investimentos previdência painel s.a. agrofolha mercado imobiliário folha ESG mpme publicidade legal recall energia limpa tecnologia veículos cotidiano rio de janeiro loterias Educação Folha Estudantes Folha de redação Enem Ranking Universitário Folha escolha a escola mundo guerra no irã guerra israel-hamas guerra da ucrânia estados unidos china rússia israel coreia do norte venezuela ambiente cop30 saúde Vita equilíbrio ciência ilustrada mônica bergamo quadrinhos painel das letras coleções folha ilustríssima esporte copa do mundo campeonato paulista campeonato brasileiro futebol internacional notícias por estado São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais mais estados podcasts F5 outro canal Bichos celebridades horóscopo Folha Social+ guia folha turismo folhinha folhateen comida CozinhAÍ deltafolha dias melhores Seminários Folha empreendedor social tv folha o melhor de sãopaulo parceiros Aeroin Agência Fapesp BBC News Brasil Bloomberg Deutsche Welle Financial Times Mensagem de Lisboa Piauí Público Quatro Cinco Um Radio France Internationale The Conversation The Economist The New York Times banco de dados painel do leitor mais seções folha en español folha in english folhaleaks folha tópicos versão impressa Mapa do site classificados fale com a folha Canais para o leitor anuncie (publicidade folha) atendimento ao assinante erramos ombudsman painel do leitor Sobre a Folha sobre o grupo folha expediente política de privacidade projeto editorial treinamento trabalhe na folha Contraste Claro Escuro Siga a folha Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no X Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no Linkedin Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no Instagram Link externo, abre página RSS da Folha de S.Paulo Descrição de chapéu Opinião Expressa as ideias do autor e defende sua interpretação dos fatos. De 13 a 15 de maio, a convite do presidente Xi Jinping, da República Popular da China, o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, realizou uma visita de Estado à China. Esta visita do presidente Trump ao território chinês, após um intervalo de nove anos, ocorre num momento crucial para o desenvolvimento de ambos os países e deixou um novo marco histórico nas relações sino-americanas. Neste contexto, os dois chefes de Estado mantiveram conversações francas, aprofundadas, construtivas e estratégicas sobre questões fundamentais para as relações bilaterais, bem como para a paz e o desenvolvimento mundiais, procuraram ativamente o caminho correto para a convivência pacífica entre duas grandes potências e alcançaram uma série de consensos importantes. Esse encontro histórico definiu as diretrizes e a direção para o desenvolvimento das relações bilaterais, atraiu grande atenção da comunidade internacional e reveste-se de um significado profundo e duradouro. O consenso político mais importante alcançado na cúpula é que os dois chefes de Estado concordaram em definir a Estabilidade Estratégica Construtiva Sino-Americana como a nova orientação das relações bilaterais, constituindo o norte estratégico para os próximos três anos e para o longo prazo. Essa estabilidade não é apenas uma declaração simbólica, mas deve concretizar-se em ações conjuntas e convergentes. O presidente Xi Jinping aprofundou esse conceito em quatro dimensões fundamentais. Primeiro, uma estabilidade ativa centrada na cooperação, que consiste em reforçar continuamente a resiliência das relações bilaterais através de um diálogo e uma cooperação abrangentes. Segundo, uma estabilidade benigna pautada por uma concorrência racional e moderada, que promove o aprendizado mútuo e o respeito às regras internacionais comuns, rejeitando a lógica de soma zero em que o ganho de uma parte significa a perda da outra. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo