Opinião - Hanuska Bertoia: A pausa para hidratação é inimiga do futebol?
Criticada e vaiada, parada faz com que partidas passem a ter quatro tempos. Assine Fechar sidebar menu Minha Folha Newsletters Minha assinatura Forma de Pagamento Editar senha e conta Atendimento Sair United States of America flag English edition Edición en español Edição Folha Últimas Textos da edição folha Casafolha Clube Gourmet Clube Folha Bem-estar Educação Gastronomia Lazer e Cultura Turismo Folha Jogos Séries Folha Todas opinião Editoriais Charges Tendências/Debates colunas mais populares Mais lidas Mais comentadas acervo folha fotografia política Lula eleições 2026 painel Entrevista da 2ª brasília hoje economia imposto de renda investimentos previdência painel s.a. agrofolha mercado imobiliário folha ESG mpme publicidade legal recall energia limpa tecnologia veículos cotidiano rio de janeiro loterias Educação Folha Estudantes Folha de redação Enem Ranking Universitário Folha escolha a escola mundo guerra no irã guerra israel-hamas guerra da ucrânia estados unidos china rússia israel coreia do norte venezuela ambiente cop30 saúde Vita equilíbrio ciência ilustrada mônica bergamo quadrinhos painel das letras coleções folha ilustríssima esporte copa do mundo campeonato paulista campeonato brasileiro futebol internacional notícias por estado São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais mais estados podcasts F5 outro canal Bichos celebridades horóscopo Folha Social+ guia folha turismo folhinha folhateen comida CozinhAÍ deltafolha dias melhores Seminários Folha empreendedor social tv folha o melhor de sãopaulo parceiros Aeroin Agência Fapesp BBC News Brasil Bloomberg Deutsche Welle Financial Times Mensagem de Lisboa Piauí Público Quatro Cinco Um Radio France Internationale The Conversation The Economist The New York Times banco de dados painel do leitor mais seções folha en español folha in english folhaleaks folha tópicos versão impressa Mapa do site classificados fale com a folha Canais para o leitor anuncie (publicidade folha) atendimento ao assinante erramos ombudsman painel do leitor Sobre a Folha sobre o grupo folha expediente política de privacidade projeto editorial treinamento trabalhe na folha Contraste Claro Escuro Siga a folha Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no X Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no Linkedin Link externo, abre página da Folha de S.Paulo no Instagram Link externo, abre página RSS da Folha de S.Paulo Hanuska Bertoia Editora da Primeira Página, é formada e pós-graduada em jornalismo. A primeira Copa de que lembra é a de 1982. Desde então, sempre acompanhou o Brasil e os Mundiais. O técnico da Suíça, Murat Yakin, fala com jogadores durante a pausa para hidratação no jogo contra a Bósnia-Herzegovina, no estádio SoFi, em Los Angeles - Frederic J. Brown/AFP 22.jun.2026 às 14h42 Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Ouvir o texto Uma das novidades desta Copa do Mundo, a pausa para hidratação foi vaiada pelas torcidas nos estádios e criticada por jogadores e técnicos. Muitos dizem que o intervalo de três minutos no meio de cada tempo quebra o ritmo de jogo e alguns creditam a novidade a interesses comerciais da Fifa. O chamado "cooling break" foi anunciado pela entidade como medida para minimizar os efeitos do forte calor nos jogadores durante as partidas. O torneio começou no dia 11 de junho e vai até 19 de julho, nos EUA, México e Canadá. Nos dois primeiros países, as temperaturas passam de 30°C, mas nas cidades canadenses em geral a situação tem sido mais amena. A parada acontece sempre por volta dos 22 minutos de cada tempo. É verdade que esses minutos abriram uma nova oportunidade de lucro para a entidade, com mais propagandas nas transmissões pelas TVs e nos streamings ou mesmo em campo. As seleções usam squeezes e coolers estampados com marcas do patrocinador da Fifa e telões nos estádios exibem propaganda. Mas a pausa oferece aos técnicos mais do que aquela conversa à beira de campo com um jogador durante a partida. É a oportunidade de passar instruções para toda a equipe, mesmo que rapidamente. Sem entrar no mérito de o intervalo ser bom ou ruim, o técnico da seleção portuguesa, Roberto Martínez, disse que treinadores e equipes têm de ter consciência de que a medida muda a dinâmica das partidas. "É um aspecto muito importante, revolucionário, porque agora o jogo acontece em quatro partes", afirmou. "Já vemos em outros esportes.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo