Credenciais de agente público foram usadas indevidamente para acessar processos protegidos por sigilo; nomes dos investigados não foram divulgados. O inquérito aponta a participação de dois advogados no esquema de vazamento de dados sigilosos. O nome deles não foi divulgado. Na manhã desta terça-feira (23), foi deflagrada uma operação para cumprir dois mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão nas cidades de Taquaritinga e Jaboticabal, com apoio de policiais do 11º Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia). A ação é coordenada pelo núcleo do Gaeco em Ribeirão Preto. Segundo o Ministério Público, os investigados acessaram processos protegidos por sigilo de forma ilegal. Para isso, usaram as credenciais de um agente público de forma indevida. "Com isso, obtiveram informações antecipadas sobre medidas cautelares em andamento e as repassaram a integrantes da facção autodenominada Primeiro Comando da Capital, o PCC", afirma o MP-SP, em nota. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.