Receita, PGFN e CIRA-SP deflagram ação conjunta em 14 municípios, apontando uso de 60 empresas de fachada, notas frias e lavagem de dinheiro para reduzir artificialmente tributos. A Receita Federal, integrada com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (CIRA-SP), deflagrou nesta quinta-feira, 14, a Operação Refugo para combater fraudes fiscais no setor de plásticos. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 14 municípios do Estado de São Paulo, contando, também, com o apoio do Gaeco e das Policiais Civil e Militar. A investigação quer desarticular esquema utilizado para soneg ar mais de R$ 2,5 bilhões em impostos, através da utilização de empresas de fachada, emissão de notas fiscais “frias”, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Durante a apuração foram identificados três grandes grupos empresariais distintos – que juntos representam fatia considerável do mercado de plásticos no estado de São Paulo -, que teriam se utilizado de pelo menos 60 empresas de fachada criadas para gerar créditos tributários falsos, por meio da emissão de notas fiscais inidôneas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.