ONU vê persistência da fome global e diz que guerra e clima ameaçam progresso
Recuperação após a pandemia reduz número de pessoas subnutridas, mas meta de erradicação continua distante. A situação é especialmente crítica na África, onde 20% da população sofre de subnutrição, ou seja, carência crônica de calorias, segundo este relatório anual. Após a crise econômica pós-Covid, que mergulhou milhões de pessoas na fome (688 milhões afetadas em 2022), a situação melhorou, mas ainda não retornou aos níveis pré-pandemia, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Em 2015, quando cerca de 600 milhões de pessoas sofriam de fome, a comunidade internacional estabeleceu, entre seus "Objetivos de Desenvolvimento Sustentável" para 2030, a meta de "eliminar a fome e garantir que todos tenham acesso a uma alimentação segura, nutritiva e suficiente". O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo