ONU lança painel com novas métricas para tentar substituir PIB como medida de progresso
Proposta inclui indicadores de paz, direitos humanos, sustentabilidade, qualidade de vida e desigualdade. Ele registra a colheita de uma floresta com a receita de madeira, por exemplo, sem reconhecer a erosão e a degradação da qualidade da água resultantes. Mede os gastos com hospitais, mas não a saúde das pessoas. Um regime autoritário pode ter uma boa pontuação, mesmo que acumule riqueza e seu cidadão mediano viva na pobreza. Por décadas, economistas tentaram criar uma métrica alternativa para refletir um panorama mais amplo de prosperidade, o que mudaria os objetivos que as nações tentam alcançar. Comitês foram convocados e instituições internacionais introduziram índices e estruturas para avaliar vulnerabilidade, bem-estar e capital natural. Mas nenhuma dessas tentativas teve ampla aceitação. Então, no ano passado, a ONU (Organização das Nações Unidas) criaram uma comissão para elaborar um conjunto mais focado de indicadores que pudesse finalmente tirar parte da atenção dedicada ao PIB. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo