Presidente diz ter se reunido por horas com o sucessor de Ali Khamenei, enquanto rivais políticos disputam influência em meio à guerra e à crise econômica. Quando o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou à TV estatal na semana passada que era “muito difícil” conseguir falar com o líder supremo do país, o comentário alimentou novas especulações sobre o paradeiro de Mojtaba Khamenei, que não faz aparições públicas desde que assumiu a autoridade máxima do país em março. Na segunda-feira, porém, Pezeshkian disse à emissora oficial que os dois haviam realizado recentemente uma reunião que durou “sete ou oito horas”. “Foi uma reunião muito boa”, afirmou Pezeshkian a um repórter durante um encontro de líderes de facções políticas em Teerã. Segundo ele, os dois discutiram formas de enfrentar a deterioração das condições de vida da população iraniana e compartilharam preocupações sobre a situação do país. De acordo com o presidente, a principal prioridade de Khamenei é a “unidade e coesão” nacionais. A declaração ocorreu após semanas de disputas públicas em Teerã sobre a condução da guerra. Integrantes da ala mais radical do regime chegaram a pedir a renúncia de Pezeshkian por apoiar um acordo de paz fragilizado com os Estados Unidos. Dias antes, sob forte pressão, o presidente havia afirmado em uma longa entrevista à TV que não pretendia mudar de posição. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.