Febre do álbum da Copa reacende mobilização para reciclar o liner, material que costuma terminar em aterros sanitários. Em meio à febre do álbum da Copa do Mundo de 2026, o papel que sobra depois que a figurinha é destacada e colada não deve ir nem para o lixo comum nem para aquele dos itens recicláveis que vão para a coleta seletiva tradicional. Conhecido na indústria como liner, esse tipo de papel é a base do autoadesivo. Trata-se de um papel revestido por uma fina camada de silicone que impede a cola da figurinha de aderir permanentemente à superfície, permitindo que ela seja destacada e colada no álbum. O problema é que essa mesma característica dificulta a sua reciclagem. Se descartado no lixo comum, o liner acaba em aterros sanitários. Se enviado para a coleta seletiva, costuma ser rejeitado pelas cooperativas e centrais de triagem, já que a maior parte das recicladoras de papel não possui tecnologia para processá-lo. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.