As análises foram conduzidas por pesquisadores da Fiocruz e da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Rio de Janeiro (RJ), 26/12/2025 – Pessoas se protegem do sol no centro da cidade em dia de calor no Rio de Janeiro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Publicidade. Ondas de calor mataram mais de 120 mil pessoas no Brasil entre 2000 e 2019, de acordo com um estudo inédito divulgado nesta quarta-feira, 17, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As análises foram conduzidas por pesquisadores da Fiocruz e da Universidade Federal da Bahia (UFBA), sob a coordenação das equipes técnicas dos projetos Ciência&Clima (do Ministério da Ciência e Tecnologia) e ProAdapta (dos Ministérios do Meio Ambiente do Brasil e da Alemanha). O estudo revisou os dados de mortalidade por doenças do aparelho circulatório e cardiovascular ocorridas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) em 5.566 municípios. De acordo com a Fiocruz, os resultados mostram de modo consistente a associação entre a exposição ao calor extremo e ondas de calor e o aumento da mortalidade. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.