Clima extremo e secas aumentam desigualdade no continente, mostra estudo. E vai piorar, caso os países do continente que mais rapidamente aquece no planeta não ataquem o ponto central do problema: a mudança climática causada sobretudo pela queima de petróleo, gás e carvão. Nesta semana, a segunda onda de calor no ano reescreve os livros de recordes de temperatura do Reino Unido à Alemanha, provoca uma corrida às lojas por ventiladores e aparelhos de ar condicionado, altera rotinas de trabalho, inviabiliza salas de aula e até atrações turísticas, como a Torre Eiffel, em Paris. Na terça-feira (23), a França viveu o dia mais quente da história ou desde que os registros começaram, em 1947. O recorde durou apenas um dia. Na Espanha, o país experimentou a média de temperatura mais alta para junho desde ao menos 1950. A Escócia registrou o dia mais quente do ano. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.