Reuniões registraram presença de apenas 0,43% e 1,19%; grupo de credores concentra dívida de R$ 1,5 bilhão. Ventilou-se ao longo da semana que a empresa protocolaria um pedido de recuperação extrajudicial até esta sexta-feira (10). Parte desse cronograma passava pela aprovação do plano de reestruturação dessas duas debêntures —o que não aconteceu. Segundo as atas das duas reuniões divulgadas nesta quarta-feira (8), a assembleia com os debenturistas da 9ª emissão, emitida em 2022, recebeu quórum de 0,43% dos credores. Já na assembleia com os detentores da 11ª emissão, emitida em 2024, o quórum foi de 1,19%. Ambas as reuniões foram convocadas em 13 de junho e ganharam repercussão geral justamente por terem entre as propostas a possibilidade de aprovação e adesão a um "eventual plano de recuperação extrajudicial". O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.